Epagri participa de fóruns de educação ambiental em Brasília

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A Epagri participa de políticas públicas e projetos de educação ambiental em SC por meio da ação dos extensionistas

A Epagri desenvolve ações de educação ambiental em todo o Estado e, por isso, está presente nos grandes fóruns que discutem o assunto. No mês de novembro, a Empresa foi representada pelo engenheiro-agrônomo Clístenes Guadagnin, líder do projeto Água, Solo e Meio Ambiente no Extremo Oeste Catarinense, no VI Encontro Formativo Nacional de Educação Ambiental para Gestão das Águas e no Seminário de Lançamento da Plataforma MonitoraEA – Sistema Brasileiro de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas de Educação Ambiental. Os eventos foram realizados em Brasília entre 11 e 13 de novembro.

Vinculados às diretrizes do Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), os Encontros Formativos de Educação Ambiental fomentam o diálogo e a troca de experiências entre os participantes para formular e implantar estratégias de educação ambiental. De acordo com Clístenes, eles contribuem para fortalecer a rede de educadores ambientais que atuam na gestão hídrica do país.

O Sistema Brasileiro de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas de Educação Ambiental, que vem sendo construído desde 2015, tem como principais componentes 27 indicadores que foram lançados no ano passado. No evento, foram socializadas experiências realizadas com a aplicação desses indicadores de monitoramento e avaliação nas cinco regiões do país.

Políticas públicas

No lançamento da Plataforma MonitorEA, o representante da Epagri conheceu o sistema que permite cadastrar, monitorar e avaliar as políticas públicas em Educação Ambiental. “O objetivo é oferecer elementos para o desenvolvimento e a maturação de políticas públicas de educação ambiental de maneira sistemática e estruturada”, detalha Clístenes.

O engenheiro-agrônomo explica que a Epagri participa de políticas públicas e projetos de educação ambiental em Santa Catarina por meio da ação de extensionistas sociais e rurais. Esse trabalho abrange iniciativas como isolamento e recuperação de mata ciliar, plantio de espécies florestais nativas, proteção de nascentes e fontes de água e instalação de tecnologias sociais de baixo custo em parceria com famílias, jovens rurais, técnicos, comunidade escolar, lideranças e instituições locais e regionais.